Depois do boom de consumo da classe C, as classes D e E são apontadas como as grandes consumidoras da atualidade, segundo pesquisa. De acordo com o levantamento Tendências do Consumidor, elaborado pela Associação Paulista de Supermercados (APAS), em parceria com a Nielsen e a Kantar Worldpanel, elas apresentam um crescimento de 16%. O resultado as coloca à frente das classes C e AB, que mantém um crescimento de 13% neste ano.
A pesquisa endossa que o poder de compra das classes mais baixas aumentou significativamente nos últimos cinco anos. Há seis anos, em 2005, a classe C representava uma fatia de 33% dos consumidores do país. Para 2011, a projeção é que eles cheguem aos 41%.
No Brasil, 2,2 milhões de domicílios avançaram para a classe média. Com a ascensão, as vendas de bebidas e produtos perecíveis foi impulsionada. O consumo de bebidas não-alcoólicas, que havia registrado um crescimento de 2% em 2009, saltou para 9,6% em 2010. Já o consumo de perecíveis, se comparados no mesmo período, o crescimento foi quase o dobro e chegou aos 9,3%, ante 4,6% no exercício anterior.
A pesquisa também aponta que os brasileiros usam mais de um canal de compra. Cerca de 80% dos consumidores do país frequentam mais de três pontos de venda para se abastecerem. Os reflexos das mudanças na economia também são percebidos pelo aumento na quantidade de vezes em que a população vai ao supermercado. Nos últimos dois anos, o número saltou de 106 vezes ao ano para 123. De acordo com o levantamento, o consumidor acredita que o canal de venda tem de conhecer as suas necessidades, oferecer multiformatos, crédito acessível e inovar na oferta de serviços. A exigência do comprador vai além dos serviços prestados, ele também dá importância à apresentação da loja, à organização dos produtos e ao atendimento.
A pesquisa endossa que o poder de compra das classes mais baixas aumentou significativamente nos últimos cinco anos. Há seis anos, em 2005, a classe C representava uma fatia de 33% dos consumidores do país. Para 2011, a projeção é que eles cheguem aos 41%.
No Brasil, 2,2 milhões de domicílios avançaram para a classe média. Com a ascensão, as vendas de bebidas e produtos perecíveis foi impulsionada. O consumo de bebidas não-alcoólicas, que havia registrado um crescimento de 2% em 2009, saltou para 9,6% em 2010. Já o consumo de perecíveis, se comparados no mesmo período, o crescimento foi quase o dobro e chegou aos 9,3%, ante 4,6% no exercício anterior.
A pesquisa também aponta que os brasileiros usam mais de um canal de compra. Cerca de 80% dos consumidores do país frequentam mais de três pontos de venda para se abastecerem. Os reflexos das mudanças na economia também são percebidos pelo aumento na quantidade de vezes em que a população vai ao supermercado. Nos últimos dois anos, o número saltou de 106 vezes ao ano para 123. De acordo com o levantamento, o consumidor acredita que o canal de venda tem de conhecer as suas necessidades, oferecer multiformatos, crédito acessível e inovar na oferta de serviços. A exigência do comprador vai além dos serviços prestados, ele também dá importância à apresentação da loja, à organização dos produtos e ao atendimento.
Fonte: PEGN